"As drogas me deram asas para voar e depois me tiraram o céu.”
John Lennon
Droga = do francês drogue provavelmente do neerlandês drogo, "seco, coisa seca“.
Quando falamos em droga na sociedade pós-moderna, falamos em anestesiar um sofrimento, uma dor emocional.
Antigamente (e atualmente em algumas tribos e culturas), a droga fez parte de um contexto mágico-religioso, então, o uso compulsivo é menos freqüente. Entretanto, o que se percebe é que vivemos na cultura onde o consumismo impera. A criança cresce e fica, mais ou menos, quatro horas diárias na frente da TV aprendendo que objetos satisfazem necessidades emocionais. É esta a proposta da droga, ou seja, um objeto que tampona uma falta.
Com isso, vemos, cada vez mais, jovens que se tornam dependentes e causam sofrimento às suas famílias e, sobretudo, a si mesmo.
Supostos motivos para o uso: (apontados pelos usuários de diversas drogas)
• problemas pessoais e sociais;
• influência de amigos, traficantes assim como da sociedade e publicidade de fabricantes de drogas lícitas;
• sensação imediata de prazer que produzem;
• a facilidade de acesso e obtenção;
• desejo ou impressão de que elas podem resolver todos os problemas, ou aliviar as ansiedades;
• fuga;
• estimular ou acalmar;
• ficar acordado ou dormir;
• emagrecer ou engordar;
• esquecer ou memorizar;
• fugir ou enfrentar;
• inebriar;
• inspirar ou fortalecer;
• aliviar dores, tensões, angústias, depressões;
• agüentar situações difíceis, privações e carências;
• encontrar novas sensações, novas satisfações;
• DEPENDÊNCIA;
• Ritual;
A questão é que o uso compulsivo pode acarretar males irreversíveis para a mente e para o corpo. Neste caso, o tratamento multidisciplinar é fundamental, mas o usuário precisa se dar conta da sua limitação e do seu sofrimento interno. Importante lembrar que comumente a família também precisa de ajuda.
Dúvidas
para: tatianasessa@hotmail.com
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