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 Conversando Sobre Psicologia
Por Tatiana Sessa* CRP 05 30350.
tatianasessa@hotmail.com

2619-1151
 
Terapia de Casal: quando pedir ajuda?
 
 

"O nó do casamento é por vezes tão apertado,
que fere profundamente aos dois que está unindo”.

Aimon de Varenne

A Terapia de Casal foi criada na segunda metade do século 20. Muitos casais diante de dificuldades no relacionamento conjugal e sentindo-se impotentes para solucioná-las buscam este recurso.

O psicoterapeuta não é um juiz, que aparece para inocentar ou culpar um ou o outro. Ele trabalhará a relação. Afinal, quando se fala de relacionamento, 1+1 não é igual a 2, 1+1=3. Este terceiro é a relação. Portanto, repensando o histórico e a dinâmica da relação, o casal começa a entender porque vive esta “solidão a dois”. A aceitação da ajuda é também a decisão de dividir novamente e, muitas vezes, o casal não está pronto.

Um dos focos é a melhora da comunicação, pois a dificuldade em ouvir o outro é comumente notada. O desenvolvimento da habilidade do casal de discutir e resolver seus conflitos também é uma vertente. Veja bem, uso a palavra conflito e não confronto, pois o confronto não é positivo e detectar o que está disfuncional neste vínculo do casal é fundamental.

O casal precisa de uma proposta para permanecer junto. Portanto, na terapia ambos optam pelo fim, ou seja, reconhecem que não querem investir na relação, ou optam por um recomeço, agora mais fortalecidos e conscientes dos próprios desejos.

Como disse André Maurois: "O casamento é um edifício que deve ser reconstruído todos os dias."

Os problemas conjugais estão entre os principais agentes de estresse, depressão e ansiedade. Problemas sexuais, falta de confiança, dificuldade de comunicação, brigas constantes, agressão verbal e física constituem sinais de que a relação do casal não está bem.

Os ressentimentos acumulados funcionam como um corrosivo nas relações pois impedem a comunicação e provocam sentimentos que vão construindo um afastamento progressivo em relação ao outro e gerando frustração e diminuição da consideração e do afeto. Portanto, aceitar ajuda pode ser a solução para este impasse. A essência do processo não é uma “lavagem de roupa suja”, mas uma reflexão profunda sobre este relacionamento afetivo e a conscientização de desejos e comportamentos.

Dúvidas para: tatianasessa@hotmail.com

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Tatiana Sessa - CRP 05 30350
Bacharel em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula; Especialização em Psicoterapia pela UERJ
Ministra Palestras Motivacionais e Educacionais; Atendimento em Consultório Particular.
Tel: 2619-1151

 

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