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 Conversando Sobre Psicologia
Por Tatiana Sessa* CRP 05 30350.
tatianasessa@ig.com

2619-1151
 
Saiba sobre o Transtorno do Pânico
 
 

Origem da palavra "Pânico"= É proveniente do grego "panikon" que tem como significado susto ou pavor repetitivo. Na mitologia grega o Deus Pã, que possuía chifres e pés de bode, provocava com seu aparecimento, horror nos pastores e camponeses. Desta forma a palavra tem em nossa língua o significado de medo ou pavor violento e repetitivo.

A "Síndrome do Pânico" é um quadro clínico no qual ocorrem crises agudas de ansiedade sem que haja um estímulo disparador compatível com a intensidade das crises. O indivíduo vive uma variedade de experiências intensas, desprazerosas e estranhas para ele sem que consiga identificar, a princípio, o que as desencadeou. Este quadro clínico teve sua incidência aumentada dramaticamente nos últimos dez anos. Este aumento pode ser atribuído a modificações sócio-culturais e a uma maior possibilidade diagnóstica nos tempos modernos.

Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir). Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir - em detrimento de outras partes do corpo.

Eles podem incluir:
· Contração / tensão muscular, rijeza;
· Palpitações (o coração dispara);
· Tontura, atordoamento, náusea;
· Dificuldade de respirar (boca seca);
· Calafrios ou ondas de calor, sudorese;
· Distorções de percepção da realidade;
· Terror - sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a
acontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento;
· Confusão mental;
· Medo de perder o controle, fazer algo embaraçoso;
· Medo de morrer;
· Vertigens ou sensação de debilidade.

O sofrimento causado pelo transtorno é muito grande, pois gera uma insegurança ao indivíduo que pode acarretar um retraimento social e o abandono das atividades do cotidiano, antes realizadas.

Estatísticas mostram que atualmente 2 a 4% da população mundial sofre deste mal, que acomete mais mulheres do que homens em uma proporção de 3 para 1.

É importante enfatizar que o Transtorno do Pânico tem tratamento. O foco deve ser a busca do equilíbrio físico e emocional. O engajamento do paciente é fundamental para o trabalho terapêutico.

Dúvidas para: tatianasessa@ig.com

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Tatiana Sessa - CRP 05 30350
Bacharel em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula; Especialização em Psicoterapia pela UERJ
Ministra Palestras Motivacionais e Educacionais; Atendimento em Consultório Particular.
Tel: 2619-1151

 

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