Desde que a terra existe, muitas espécies de animais foram desaparecendo, principalmente devido à destruição imposta pelo homem. Em todo o Mundo, o tráfico ilegal de animais vivos, floresce. Os colecionadores privados, laboratórios de pesquisa, lojas de animais, jardins zoológicos, circos e até curandeiros da Ásia são o principal mercado consumidor. É o terceiro maior negócio em contrabando depois das drogas e das armas.

Alguns Animais em Risco de Extinção

Elefante

A caça de elefantes, causada principalmente pelo seu marfim – muito apreciada na China e na Índia, reduziu significantemente as populações de elefantes africanos. Atualmente, o elefante africano está em vias de extinção e têm-se tomado medidas para proteger esta espécie.

Tartaruga Marinha

A poluição, as redes de pesca em que ficam presas e a procura dos seus ovos pela cozinha asiática têm reduzido significativamente esta espécie.

As tartarugas marinhas chegaram na Terra há 150 milhões de anos. E alguns anos, quase foram embora. O quadro, até década de 70, no Brasil, foi marcado por matanças e desaparecimento das espécies. Seguidas denuncias, cada vez com maior repercussão internacional, ajudaram a chamar atenção para o problema e a alterar a política vigente em relação à vida marinha.

Existem sete espécies de tartarugas marinhas, agrupadas em duas famílias – Dermochelyidae e Cheloniidae. Das sete espécies, cinco são encontradas no Brasil.
Confira:
1) Tartaruga-Oliva
2) Tartaruga-Verde
3) Tartaruga-Gigante ou de Couro
4) Tartaruga-de-Pente
5) Tartaruga-Cabeçuda

Caça às Baleias

A captura indiscriminada de baleias com fins comerciais teve início no século XII, na área do Golfo de Biscaia, no Atlântico Norte, próximo às costas espanholas e francesas. No fim do século XIX, ainda com a utilização de arpões de mão, frotas comerciais de nações do hemisfério norte, como Estados Unidos, Japão, Noruega, Inglaterra, Rússia, entre outros, já devastavam as populações de baleias que viviam nos oceanos do hemisfério Sul.

A exploração inicial se agravou ainda mais a partir de 1920, quando a atividade baleeira adquiriu características indústrias inventou-se um arpão com granada explosiva na extremidade que, ao ser lançado de um canhão permitia atingir e matar com precisão uma baleia, qualquer que fosse seu tamanho. Ao mesmo tempo, a caça passou a contar com o navio-fábrica, gigantesca embarcação a bordo da qual uma baleia inteira era convertida em barris de óleo, toneladas de carne e outros produtos, em menos de 2 horas. Em 1931, somente na estação de caça, 30.000 baleias azuis foram mortas. Espécies, como a baleia-franca-do-norte, quase foram extintas devido a rapidez com que estavam sendo mortas.