Nos dias atuais, têm-se provas óbvias do aumento da degradação do meio ambiente e da redução da qualidade de vida em nível mundial; os índices de poluição atmosférica e de ruído, principalmente nos grandes centros urbanos, se constituem em ameaça crescente para saúde humana; a dependência dos sistemas de transporte e combustíveis derivados de petróleo contribui significativamente para a escassez, em um futuro próximo, dos recursos energéticos; tecnologias obsoletas de construção e/ou funcionamento de projetos aumentam as ocorrências de acidentes sérios; as emissões de fumaça de usinas, indústrias, refinarias, veículos, assim como de qualquer poluente gasoso lançado na atmosfera, contribuem para a formação da chuva ácida e acabam formando um filtro na atmosfera responsável pelo aumento da temperatura média da Terra intensificando o fenômeno conhecido como “Efeito Estufa”.

Algumas das causas mais efetivas de degradação das cidades estão correntes migratórias provenientes do campo e das cidades menores em busca de melhores oportunidades econômicas, que podem ocasionar uma verdadeira “implosão urbana”. Este rápido crescimento das cidades pode representar uma sobrecarga para infra-estrutura da mesma, prejudicando a oferta de bens e serviços locais, degradando o ambiente e diminuindo a qualidade de vida.

Durante séculos predominou a idéia de que a natureza existia somente para satisfazer as vontades humanas, não se questionando o limite desse usufruto. No século passado, a partir da década de 60, em alguns países, e da década de 80, na maior parte do mundo, a sociedade foi conscientizando de que a capacidade de suporte do planeta é limitada e de que a utilização indiscriminada dos recursos não-renováveis e a poluição provocada pelo desenvolvimento humano pode causar danos irreversíveis ao meio ambiente.

Sendo assim Impacto Ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e/ou biológicas do meio ambiente, provocada direta ou indireta por atividades humanas podendo afetar a saúde, a segurança e/ou a qualidade dos recursos natural.

Como exemplo de impactos ambientais temos a construção de uma usina hidrelétrica são irreversíveis. Apesar das usinas hidrelétricas utilizarem um recurso natural renovável e de custo zero que é a água, “não poluem” o ambiente, porém alteram a paisagem, ocorrem grandes desmatamentos, provocam prejuízos à fauna e à flora, inundam áreas verdes, além do que muitas famílias são deslocadas de suas residências, para darem lugar à construção dessa fonte de energia.

Durante a construção de uma usina hidrelétrica, muitas árvores de madeira de lei são derrubadas, outras são submersas, apodrecendo debaixo d’água permitindo a proliferação de mosquitos causadores de doenças. Muitos animais silvestres morrem, por não haver possibilidade de resgatá-los. Tudo isso em nome do desenvolvimento e conforto. Uma usina hidrelétrica leva em média 10 anos para ser construída e tem vida útil em média de 50 anos. As usinas termoelétricas poluem muito porque produz óxido de enxofre que reage com oxigeno do ar formando o ácido sulfuroso que por sua vez sofre oxidação formando o ácido sulfúrico que é o maior responsável pela produção de chuva ácida. A chuva ácida é arrastada por muitos quilômetros indo poluir outros locais. Os automóveis, as indústrias que produzem oxido de enxofre são os piores poluentes.

Na realidade a chuva é ligeiramente ácida em locais onde há baixa poluição, porém o problema ocorre quando ela se torna muito ácida, porque lagos matam peixes e atinge também a vegetação chegando ao ponto de abrir enormes clareiras nas matas.